Segunda-feira, 14 de Julho de 2008

Lula e Xuxa,animais ou pessoas?



Laika, Mel e Susi também estão entre os nomes mais usados, segundo veterinário.

Na hora de escolher o nome para o bicho de estimação, muitas pessoas lembram de filmes e em pessoas famosas que admiram.
“A cultura popular gosta de estabelecer vínculos com celebridades e isso acaba refletindo no nome de seus animais”, afirma Carlos Augusto Donini, médico veterinário do Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo.

Segundo Donini, entre os nomes mais recorrentes para fêmeas estão: Laika, Mel, Susi, Xuxa e Kiara. Na lista de nomes masculinos, os mais freqüentes são: Chico, Jack, Bethoven, Lula, Neguinho, Pretinho, Snoopy e Thor. “Snoopy, por exemplo, é tão popular, que muita gente chama qualquer cão da raça beagle de Snoopy”, diz Donini.

Ainda de acordo com o veterinário, há nomes que ficam populares durante anos. “Lassie e Rin Tin Tin deram nomes a cães durante décadas e décadas.” Segundo o veterinário, outro nome recorrente no fim dos anos 80 foi Tieta, por causa da novela da Globo.

A psicóloga Rosane Perpétuo Simões agregou a sua família, há pouco mais de três anos, a pequena Mel, uma yorkshire de menos de dois quilos. O nome, segundo ela, foi uma escolha do marido, Carlos Duarte Simões, e dos filhos Bruna, de 12 anos, Laís, de 11, e Felipe, de 9.

“Quando a Mel veio para casa tínhamos acabado de conhecer a filha de uma amiga, que se chamava Melissa. Eles adoraram o nome. Para não causar nenhum tipo de constrangimento na cadela é claro, e como a cachorra é muito pequena, decidimos abreviar de Melissa para Mel”, diz Rosane. Hoje, no entanto, Laís afirma que o nome Mel veio de Mellany.

Mel, que quando chegou à família pesava apenas 180 gramas, não é o único animal criado em casa. “Já tivemos tartarugas e hoje temos cerca de sete peixes”, diz Rosane. A psicóloga já teve cães com os nomes Petit, Banzé e Pituca. As tartarugas fugiram todas.

Identificação animal
Na cidade de São Paulo, cães e gatos podem tirar seu Registro Geral Animal (RGA), que funciona como uma espécie de carteira de identidade. O animal recebe uma plaqueta com um número, que deve estar presa à coleira. Segundo Donini, o RGA é uma forma de facilitar a identificação do bichinho de estimação, caso ele se perca.

Ao todo, são aproximadamente 393 mil registros na cidade de São Paulo até o fim de 2007, sendo que cerca de 307 mil são cães e 86 mil, gatos.

Dos cães, 43% dos registrados são sem raça definida (vira-lata); 17%, poodle; 5%, cocker. Entre os gatos, 81%, são sem raça definida (vira-lata) e outros 15% são siameses.

2 comentários:

Eliete disse...

Eu li a um tempo atrás que um politico desocupado tinha um projeto de lei para proibir dar nome de pessoas a animais.
Bobagem, deixa como está que tá bom demais.Tem tanta coisa mais importante que isso para se preocupar.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u101236.shtml

:)

Mari Dourado disse...

Obrigada pelo banner, meu rosinha fica taaaaaaaaaaaao lindo na sua página!! hehehe

Aqui em casa tinha uma cachorra chamada Flô que em alemão quer dizer Pulgar. Agora que a Flô se foi temos a Luz, que significa luz mesmo! hehe

Beijosss

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